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Ministro do Desenvolvimento, FERNANDO PIMENTEL, promete medidas para alavancar as vendas do aço.

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Com a presença de Dilma Rousseff (Presidente da República), Robert Shiller (Economista e Professor da Yale University), Antonio Tombini (Presidente do Banco Central), André Gerdau (Presidente do Instituto Aço Brasil), Hans Fisher (CEO ThyssenKrupp), Wilson Brumer (Presidente Usiminas), Jorge Gerdau (Presidente da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade), Delfim Neto (Economista & Ex-Ministro da Fazenda), José Sergio Gabrielli de Azevedo (Presidente da Petrobras), Benjamin Mario Baptista Filho, (Presidente ArcelorMittal Brasil), dentre outros especialistas do setor, o Congresso Brasileiro do Aço 2011 tratou de inúmeros pontos sócio-economicos do cenário mundial.
A indústria é hoje o segmento mais ameaçado da economia brasileira, segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel. Durante o Congresso, em São Paulo, o ministro destacou o impacto negativo do câmbio no setor, comentando que a atual taxa não é adequada para o país, mas que ela “não depende da nossa vontade.”
“Essa taxa de câmbio tem a ver com a política monetária dos Estados Unidos, que é expansionista, quase com irresponsabilidade, e está impactando negativamente o câmbio no mundo inteiro, especialmente nos emergentes. E isso não vai mudar no curto prazo. Não podemos ficar sonhando com uma taxa de câmbio muito diferente dessa. Não está aí nossa salvação”, argumentou.
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Para Pimentel, o Brasil precisa enfrentar suas debilidades de infraestrutura e carga tributária. Ele voltou a afirmar que, até a virada do semestre, será lançada a nova Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), rebatizada de Programa de Desenvolvimento da Competitividade, que deverá incluir desonerações, incentivos à inovação e à compra de bens de capital, além de um reforço às linhas de financiamento à exportação.
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Sobre a inflação, Pimentel, salientou que o aumento de juros promovido neste semestre foi necessário “para afastar a ameaça inflacionária que estava posta na virada do ano”. Para o segundo semestre, o ministro se diz otimista. ”Hoje, a ameaça inflacionária está atenuada, se não totalmente afastada, o que me enche de esperança de que no segundo semestre possamos retomar o caminho de crescimento econômico com mais tranquilidade”, afirma.
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Questionado sobre as previsões de novos aumentos na taxa Selic, Pimentel respondeu que este assunto é de competência do Banco Central, mas ressaltou que “como ministro da Indústria, eu acho que não precisa de aumento de juros”.
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PIB
Em relação aos resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o ministro afirma que o país está “no caminho certo”. “Já retomamos o caminho do crescimento sustentável”, comentou.
PIB
Em relação aos resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o ministro afirma que o país está “no caminho certo”. “Já retomamos o caminho do crescimento sustentável”, comentou.
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“A postura e os comentários do ministro foram otimistas, esperamos que esta “positividade” torna-se realidade e o compromisso com o Brasil reflita futuramente a mesma do site inglês World Mayor, votando-o como o oitavo melhor prefeito do mundo, (quando prefeito de Minas Gerais), sendo o único da América do Sul na lista dos dez melhores. Precisaremos ter bons e éticos administradores desta riqueza chamada pré-sal, para o Brasil nao ver mais uma vez o bonde passar”, comenta A. Monteiro – Gerente Geral de Marketing da América Latina.

